Mais uma vez a Folha de São Paulo (27/01) apresenta reportagens sobre nosso passado autoritário, desta feita com a entrevista de um ex-agente uruguaio que diz ter sido morto o ex-presidente João Goulart por envenenamento e com autorização do governo brasileiro de então (ordem do ex-presidente Geisel, retransmitida pelo ex-delegado Fleury).
Não sabemos se tal declaração é verdadeira ou falsa, condizente com os fatos ou exagerada, realista ou exagerada. Não sabemos nada... esse é o grande problema.
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Não se pode fazer de conta que o passado não ocorreu, porque ele simplesmente vem bater à nossa porta. É muito constrangedor ler essas notícias e não verificar nenhuma ação oficial de resgate da memória e de mergulho nos documentos do passado.
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As coisas acontecem e nada é feito. As declarações são feitas e ninguém responde, ninguém investiga. E o futuro de tabula rasa continua impávido.
domingo, 27 de janeiro de 2008
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Um comentário:
Como sempre professor, um excelente comentário!Simplismente muito bom!Parabéns!!!!!!
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